Hoje vamos terminar o dia falando sobre uma seleção de álbuns lançados em 2014. Estou começando a achar que meu ponto forte de post no blog é sobre músicas hahaha. Segue pra vocês o álbum completo de cada um, para quem não ouviu ou para quem quem gosta muito e não se importa de ouvir de novo!
Coldplay-Ghost Stories: O Ghost Stories é o sexto álbum de estúdio da banda, que narra a história de um homem em crise, que vive diversas emoções diferentes até, finalmente, aceitar a situação em que se encontra, um enredo parcialmente inspirado pela relação conturbada do vocalista, pianista e violonista Chris Martin com a atriz Gwyneth Paltrow. Mas como nem tudo é só maravilhas, o álbum recebeu muitas críticas, dentre elas, que foi o álbum mais fraco da discografia deles e que muitas pessoas sentiram falta de instrumentos de verdade e das melodias da banda. Ghost Stories não é um álbum feliz, é um álbum real, sobre sentimentos reais. É um disco sobre o amor, e para fazer qualquer um entender que, definitivamente, uma história de amor não é feita só de momentos felizes.
Damien Rice-My Favourite Faded Fantasy: Depois de oito anos, Damien anuncia seu terceiro e adorável álbum "My Favourite Faded Fantasy". Sobre a demora do lançamento, o cantor comenta: "Às vezes você precisa deixar o que ama para aprender como amar novamente". Em seu novo trabalho, ele nos encanta com um disco cercado de sutilezas e sons que ele faz de seu violão e de outros instrumentos clássicos, tudo isso para deixar suas canções cada vez mais agradáveis. Damien nos surpreende com canções de tirar o fôlego (My Favourite Faded Fantasy), outras que apelam para melodias dramáticas (It Takes A Lot To Know A Man) e ainda tem aquelas que começam com um conto e termina como uma canção (The Great Bastard).
Foo Fighters-Sonic Highways: "Sonic Highways" é o oitavo álbum da banda e traz oito faixas gravadas em oito cidades norte-americanas. Lugares que, segundo o vocalista e guitarrista, Dave Grohl, são chamados de templos da música. Todas as gravações foram registradas e vai ao ar todas as sextas-feiras no canal a Cabo HBO nos Estados Unidos e que em breve estreara no Brasil no Canal Bis. O disco conta com várias participações especiais, como na música que foi escolhida como primeiro single, "Something from Nothing", gravada em Chicago e com participação de Rick Nielsen, guitarrista do Cheap Trick. Dave Grohl, fala no disco, da música de seu país, de suas influências e raízes. Ele chegou e descrever o álbum como uma "Carta de amor à história da música norte-americana". É bom ouvir o álbum com essa ideia na cabeça. Talvez, torne-se mais importante para os verdadeiros fãs da banda, ouvir o álbum depois de assistir o documentário, as canções ganham mais profundidade com os comentários dos convidados e de pessoas importantes nas cenas musicais de cada uma das cidades.
Lana Del Rey-Ultraviolence: O novo álbum da cantora pode ser definido como "dark" e variado em cada faixa. Esse disco superou os álbuns anteriores, mas não consegue romper com o padrão, tanto que, para quem tem opinião formada sobre as músicas da Lana, permanece com a mesma. O estilo sombrio está presente em todas as músicas. Todas as faixas são bem construídas em cima do contexto principal do disco (amor brutal), sem soarem repetitivas, e sem perderem a individualidade de suas composições. Por mais sombrio e triste que as músicas sejam, elas ainda conseguem soar radiofônicas. "Brooklyn Baby", "West Coast", "Money Power Glory" e "Old Money" se provam as faixas mais chamativas do trabalho. Ultraviolence é um registro de altíssima qualidade para deixar os fãs mais do que satisfeitos e encantados, e o queixo no chão de quem um dia subestimou o talento da artista.
The Pretty Reckless-Going To Hell: No “Going to Hell” Taylor Momsen apresenta um bom trabalho como vocalista de rock n’ roll em um álbum que alterna momentos pesados e cheios de energia, com outros mais calmos e até baladas. "Follow Me Down", a faixa de abertura, define maravilhosamente bem o tom do que a gente encontra no resto do disco (e justifica a capa, de certa forma), os sons de chuva e as insinuações sexuais, por meio de gemidos e uma respiração pesada. Depois de "Follow Me Down", vem “Going to Hell” que tem peso e velocidade sem perder a capacidade de ser uma música que pode agradar pessoas com gosto mais pop.
Ed Sheeran-X: Sheeran mistura ritmos e brinca com as suas influências de um jeito muito interessante em suas composições, flertando com o R&B, com o rock e com o folk. Depois de vários comentários positivos sobre o seu primeiro álbum "+". Em "x'', o seu segundo álbum, tudo isso se torna mais evidente, competente e contagiante, como pode ser visto ainda no single principal do álbum, a animada Sing, uma parceria com Pharrell Williams. X tem um título que não poderia ser mais preciso, Ed Sheeran queria somar, aqui, quando a equação já se tornou bastante clara para o seu público, o que ele faz é multiplicar. É expandir.
Nick Jonas-Nick Jonas: Está sendo interessante ver mais uma geração Disney virar gente grande. “Who Am I”, disco lançado com a banda The Administration em 2010, já tentava mostrar um som mais maduro se aproximando do rock com pitadas de funk. Dessa vez, Nick optou por um R&B contemporâneo e sexy. Em seu novo disco, é impossível não entrar no clima. O disco vai passando do dançante ao sexy. Falando de algumas faixas, “Chains” abre com um suspense. “Jealous” e “Teacher” são aqueles momentos de provocação e mordidas nos lábios, essa última com um toque de Michael Jackson. “The Warning” é como uma respiração funda antes de “Wilderness”, quando chega a hora de tirar ou rasgar a roupa. Que cada um aproveite como melhor entender e nem precisa de moderação.
Iggy Azalea-The New Classic: Iggy Azalea a dona do sucesso "Fancy", de certo, já desperta alguns preconceitos entre os fãs do hip-hop, somado ao fato dela ser mulher, mas foi assim e até usando essas características sobre ela, que se ergueu, sentindo a primeira sensação de sucesso depois do smash hit "Work". Demorou para que o novo álbum entrasse em forma, mas a australiana seguiu mostrando o que sabe fazer de melhor, suas músicas. "The New Classic" é um disco incrivelmente surpreendente e pode ser definido como um álbum autobiográfico. Nenhuma canção abriria o álbum tão bem quanto "Walk The Line". Além de explicar um pouco do conceito "The New Classic" e ser como uma continuação de "Work", a canção tem qualidade invejável e batidas realmente fortes.
Ariana Grande-My Everything: Ariana lança seu segundo álbum, e se você gostou do primeiro trabalho dela "Yours Truly", certamente vai gostar mais ainda desse segundo. Ela é dona de uma voz espetacular e sabe o que faz. Ariana caprichou nas melodias românticas, mas também veio explodir nas pistas de dança. Nesse disco tem uma introdução que é a música "My Everything", justamente para deixar um gostinho do que vem depois. Logo depois vem o sucesso "Problem", em parceria com Iggy Azalea, que podemos dizer que é o destaque do álbum.
XOXO!
Ed ♥♥♥
ResponderExcluirCarolzinha sempre arrasando nos seu poste
ResponderExcluirSuper post!! Os comentários sobre os cds tão no ponto e ótimas escolhas, mesmo considerando que eu não consigo aguentar a voz da Ariana hahahahha
ResponderExcluirSeleção que abrange variados gostos e descrições bem feitas. Me deu vontade de ouvir tudo! Amei!! <3
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